Eleitores do DF contam com horários estendidos, atendimento aos fins de semana e recursos de acessibilidade

Os eleitores do Distrito Federal têm até o dia 6 de maio para emitir o título de eleitor, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar pendências junto à Justiça Eleitoral. Para atender ao aumento da demanda, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal ampliou o funcionamento dos postos de atendimento, incluindo horários estendidos e atendimento em datas excepcionais.
O atendimento presencial ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Central de Atendimento ao Eleitor, localizada no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), além dos cartórios eleitorais em Ceilândia Centro, Gama, Lago Sul e Sobradinho, e no posto da Rodoviária do Plano Piloto. Em Planaltina, o atendimento é realizado das 12h às 18h, no fórum da cidade.
Em caráter excepcional, haverá atendimento das 8h às 15h aos sábados (18 e 25 de abril e 2 de maio), domingos (19 de abril e 3 de maio) e no feriado de 1º de maio, nas principais unidades do DF.
De acordo com o porta-voz do TRE-DF, Fernando Velloso, é importante que os eleitores não deixem para a última hora. “Quem não regularizar ou emitir o título até o prazo não poderá fazê-lo até o fim do segundo turno das eleições”, alertou.
Além do atendimento presencial, os serviços também podem ser iniciados de forma online, por meio do portal do Tribunal Superior Eleitoral. No entanto, será necessário comparecer a uma unidade para coleta da biometria.
O TRE-DF também disponibiliza atendimento acessível para pessoas surdas por meio do aplicativo DF Libras, que permite comunicação em tempo real com tradutores por videochamada, sem custo.
Para emissão do título, é necessário apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência e, no caso de homens que completam 19 anos no ano do alistamento, comprovante de quitação do serviço militar.
O voto é obrigatório para maiores de 18 anos, enquanto é facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com mais de 70 anos e analfabetos.
Créditos: Agência Brasília

